quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Chances
Ser o que se deve ser
No palco ou na rua
Mais dever do que querer
Minha dor ou dor tua?
Andar por onde me levar
É destino ou decisão
De pensar e não calar
No meu peito ou teu coração?
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Desafinada
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Para quem não sabe dizer adeus
Se puder me espiar
Saudar
Quando tua ausência se preencher
Rezar
Para tudo que não tivemos
Inventar
Quando for hora de partir
Me levar...
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Sem Norte
Eu com minha cabeça dura
Vivo de miolo mole
Em se tratando dele
As palavras saem entrecortadas
Com a minha língua afiada
Ele com sua cabeça de vento
Vive no mundo da lua
E meu coração
Como bússola
O segue onde estiver
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Borboletear
Encasulando minhas asas aprendi a viver
Entre o tilindar de uma folha e outra
Crescer
Ali, tudo é deveras seguro
Entre uma seda e outra
O escuro
A solidão me faz voar
Entre os perfumes e mel
Acreditar
Em tempos em tempos que saudades de ter
As mesmas flores, folhas, o meu casulo
No mais belo vôo, morrer...
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Modus Operandi
Sua floresce venta e chove
Nasce anda perpetua e morre
Me acode!
O senso de urgência anda fazendo o que pode
Subindo pelas paredes, me sugando o cangote
Respira acalma um verso retoma
Rabisca apaga ascende a alma
Me acorda!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Frágil realidade
domingo, 26 de abril de 2009
Livro Aberto
O que os heróis fazem quando acaba a história?
Vestem-se de vilões e começam novos capítulos?
O autor é o mesmo e nem sempre coloca as paisagens que gostariam de ver
As tempestades aparecem sem que consigam prever
Algumas vezes abrem aspas na minha vida e eu sou abrigada a aceitá-las?
Proponho travessões e linhas retas
O dia de heroína e de vilã sou eu quem escolhe
E ponto final.
Vestem-se de vilões e começam novos capítulos?
O autor é o mesmo e nem sempre coloca as paisagens que gostariam de ver
As tempestades aparecem sem que consigam prever
Algumas vezes abrem aspas na minha vida e eu sou abrigada a aceitá-las?
Proponho travessões e linhas retas
O dia de heroína e de vilã sou eu quem escolhe
E ponto final.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Os pesos e as medidas
(filomena chito) Quanto vale a sua calma?
Quantos centímetros seu sorriso?
O seu olhar. Ofusca quantas almas?
Eu sinto tanto. Pelo tudo inalcançável e pelo nada que não faz falta.
Eu sinto. Tanto por você, tampouco pelo o que não fez.
Faça. Pelo o tanto que sinto por você. Ainda há calendários e seus meses que vamos riscando a todo bom dia e boa noite...
Quantos centímetros seu sorriso?
O seu olhar. Ofusca quantas almas?
Eu sinto tanto. Pelo tudo inalcançável e pelo nada que não faz falta.
Eu sinto. Tanto por você, tampouco pelo o que não fez.
Faça. Pelo o tanto que sinto por você. Ainda há calendários e seus meses que vamos riscando a todo bom dia e boa noite...
Sinta tanto minha presença, quanto eu sinto pela sua ausência.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
acima do medo, a coragem

Era tanta alegria que escorria sorrisos pelos dedos
Densa e palpável que lhe pesava as frágeis mãos
Nunca tinha tido tantos sonhos transformados em presente que não sabia mais o que fazer com o futuro
E agora? Olhava para os lados, para as pessoas ao seu redor e perguntava aflita
Distribuía aos que passavam, preenchia os bolsos com porções, respirava as vontades contidas de 10 anos
E, mesmo assim, escorria aos poucos tudo o que sempre quis
(...)
Densa e palpável que lhe pesava as frágeis mãos
Nunca tinha tido tantos sonhos transformados em presente que não sabia mais o que fazer com o futuro
E agora? Olhava para os lados, para as pessoas ao seu redor e perguntava aflita
Distribuía aos que passavam, preenchia os bolsos com porções, respirava as vontades contidas de 10 anos
E, mesmo assim, escorria aos poucos tudo o que sempre quis
(...)
E depois da felicidade, o que mais há de vir?
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
De partida para o hoje

Pequenos cacos de espelhos refletem
quem eu fui
Cada pinta no meu corpo revela
Cada pinta no meu corpo revela
os meses que já se foram
Hoje, os sonhos se fantasiam de ansiedade
E o passar das horas me dá vertigem
O vento que me assoviava uma canção, agora me desafia pra dançar
É...
engraçado mesmo é quando se ganha o presente e não se sabe o que fazer com ele
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Amanheceu?
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Última interpretação

Saí de cartaz
Abri mão de representar eu mesma nos filmes estrelados por protagonistas
No universo de hoje, quero ser pequeno satélite para os que se acham Sol
Desse filme eu não agüento reprise, não
E a cada novo cenário, a mesma cena
O mesmo público...os mesmos atores. Chega!
Deus! Dai-me o improviso de viver!
A expectativa de um novo capítulo!
Uma história baseada em fatos reais!
Uma salva de palmas aos que escrevem seus roteiros
Contracenam com a verdade
Sabem chegar ao FIM.
Abri mão de representar eu mesma nos filmes estrelados por protagonistas
No universo de hoje, quero ser pequeno satélite para os que se acham Sol
Desse filme eu não agüento reprise, não
E a cada novo cenário, a mesma cena
O mesmo público...os mesmos atores. Chega!
Deus! Dai-me o improviso de viver!
A expectativa de um novo capítulo!
Uma história baseada em fatos reais!
Uma salva de palmas aos que escrevem seus roteiros
Contracenam com a verdade
Sabem chegar ao FIM.
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