segunda-feira, 30 de abril de 2007

À mercê do vento

um catavento
teus olhos buscando
os meus

sino dos ventos
meus pulsos entregues
aos teus

tempo sem tempo
olhares meus
dispersos nos seus
nos meus
nos teus
nos meus
nos teus


Um comentário:

Anônimo disse...

E se te conhecesse desde essa hora, e se tivesse te visto desde que escreveu esse texto.
De que jeito nos deixaria o vento?
De que forma ficaríamos então?
Talvez você nunca veja esse post.
Talvez nunca venha a ler.
Mas deixo aqui uma marca, para você um dia você ver que gosto tanto de tudo, que a vontade é ter tudo antes de quando fui ter, e poder me gabar que passei mais tempo com você.

-L