
Ontem voei até onde tudo termina
De lá, ri infinitas vezes da minha freqüente falta de sorrisos
Num piscar de olho, revivi tudo que ainda não fiz
O que fazer? Meus braços sobre o peito não acalantam meus anseios
Não tocam, não provocam desejos
Hoje sou uma estrela morta
Você ainda pode ver o meu brilho, mas ele já não o ilumina
De lá, ri infinitas vezes da minha freqüente falta de sorrisos
Num piscar de olho, revivi tudo que ainda não fiz
O que fazer? Meus braços sobre o peito não acalantam meus anseios
Não tocam, não provocam desejos
Hoje sou uma estrela morta
Você ainda pode ver o meu brilho, mas ele já não o ilumina
*Inspirado no filme - "O Escafandro e a Borboleta"
Um comentário:
Você é e sempre será a estrela com brilho próprio.
Acredite!!!
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