segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Um sonho que se sonha só vira pó


Ontem, gritei ao léu todos os meus sonhos não dormidos
Insone, acordei sonâmbulo por sonâmbulo
Que, em suas camas quentes e confortáveis, vivem seus piores pesadelos

Com meu saco de dormir, vou caminhando por entre as vielas
No silêncio da noite, grudo lambe-lambes de minhas memórias
Alguém tem que lembrá-las. Não é possível!

Nas travessias, ofereço travesseiros aos sonhadores
Um descanso para pensamentos dispersos, impressos por aí
Me despeço. Quando te dou meu sonho, meu ganho é recebê-lo vivido.


2 comentários:

Marina Pavelosk Migliacci disse...

mas é uma linda mesmo!

Unknown disse...

"Segure minha mão!
pra onde vamos?
sair pela noite!
vou te levar pra dançar,
a dança da vida,
seremos parceiros esta noite!
mas somente esta?
entao q dure por toda eternidade!"