Passei o dedo no céu e foi tanta estrela que caiu que meus desejos transformaram-se em esperança. E eis que apenas uma delas brilhou na escuridão. Fiz de tudo para alcançá-la e prometi a mim mesma que o amor no qual eu acreditava deveria existir em algum lugar do planeta. Nem que fosse apenas aqui dentro...
segunda-feira, 20 de junho de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Chances
Ser o que se deve ser
No palco ou na rua
Mais dever do que querer
Minha dor ou dor tua?
Andar por onde me levar
É destino ou decisão
De pensar e não calar
No meu peito ou teu coração?
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Desafinada
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Para quem não sabe dizer adeus
Se puder me espiar
Saudar
Quando tua ausência se preencher
Rezar
Para tudo que não tivemos
Inventar
Quando for hora de partir
Me levar...
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Sem Norte
Eu com minha cabeça dura
Vivo de miolo mole
Em se tratando dele
As palavras saem entrecortadas
Com a minha língua afiada
Ele com sua cabeça de vento
Vive no mundo da lua
E meu coração
Como bússola
O segue onde estiver
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Borboletear
Encasulando minhas asas aprendi a viver
Entre o tilindar de uma folha e outra
Crescer
Ali, tudo é deveras seguro
Entre uma seda e outra
O escuro
A solidão me faz voar
Entre os perfumes e mel
Acreditar
Em tempos em tempos que saudades de ter
As mesmas flores, folhas, o meu casulo
No mais belo vôo, morrer...
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Modus Operandi
Sua floresce venta e chove
Nasce anda perpetua e morre
Me acode!
O senso de urgência anda fazendo o que pode
Subindo pelas paredes, me sugando o cangote
Respira acalma um verso retoma
Rabisca apaga ascende a alma
Me acorda!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Frágil realidade
domingo, 26 de abril de 2009
Livro Aberto
O que os heróis fazem quando acaba a história?
Vestem-se de vilões e começam novos capítulos?
O autor é o mesmo e nem sempre coloca as paisagens que gostariam de ver
As tempestades aparecem sem que consigam prever
Algumas vezes abrem aspas na minha vida e eu sou abrigada a aceitá-las?
Proponho travessões e linhas retas
O dia de heroína e de vilã sou eu quem escolhe
E ponto final.
Vestem-se de vilões e começam novos capítulos?
O autor é o mesmo e nem sempre coloca as paisagens que gostariam de ver
As tempestades aparecem sem que consigam prever
Algumas vezes abrem aspas na minha vida e eu sou abrigada a aceitá-las?
Proponho travessões e linhas retas
O dia de heroína e de vilã sou eu quem escolhe
E ponto final.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Os pesos e as medidas
(filomena chito) Quanto vale a sua calma?
Quantos centímetros seu sorriso?
O seu olhar. Ofusca quantas almas?
Eu sinto tanto. Pelo tudo inalcançável e pelo nada que não faz falta.
Eu sinto. Tanto por você, tampouco pelo o que não fez.
Faça. Pelo o tanto que sinto por você. Ainda há calendários e seus meses que vamos riscando a todo bom dia e boa noite...
Quantos centímetros seu sorriso?
O seu olhar. Ofusca quantas almas?
Eu sinto tanto. Pelo tudo inalcançável e pelo nada que não faz falta.
Eu sinto. Tanto por você, tampouco pelo o que não fez.
Faça. Pelo o tanto que sinto por você. Ainda há calendários e seus meses que vamos riscando a todo bom dia e boa noite...
Sinta tanto minha presença, quanto eu sinto pela sua ausência.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
acima do medo, a coragem

Era tanta alegria que escorria sorrisos pelos dedos
Densa e palpável que lhe pesava as frágeis mãos
Nunca tinha tido tantos sonhos transformados em presente que não sabia mais o que fazer com o futuro
E agora? Olhava para os lados, para as pessoas ao seu redor e perguntava aflita
Distribuía aos que passavam, preenchia os bolsos com porções, respirava as vontades contidas de 10 anos
E, mesmo assim, escorria aos poucos tudo o que sempre quis
(...)
Densa e palpável que lhe pesava as frágeis mãos
Nunca tinha tido tantos sonhos transformados em presente que não sabia mais o que fazer com o futuro
E agora? Olhava para os lados, para as pessoas ao seu redor e perguntava aflita
Distribuía aos que passavam, preenchia os bolsos com porções, respirava as vontades contidas de 10 anos
E, mesmo assim, escorria aos poucos tudo o que sempre quis
(...)
E depois da felicidade, o que mais há de vir?
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
De partida para o hoje

Pequenos cacos de espelhos refletem
quem eu fui
Cada pinta no meu corpo revela
Cada pinta no meu corpo revela
os meses que já se foram
Hoje, os sonhos se fantasiam de ansiedade
E o passar das horas me dá vertigem
O vento que me assoviava uma canção, agora me desafia pra dançar
É...
engraçado mesmo é quando se ganha o presente e não se sabe o que fazer com ele
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Amanheceu?
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Última interpretação

Saí de cartaz
Abri mão de representar eu mesma nos filmes estrelados por protagonistas
No universo de hoje, quero ser pequeno satélite para os que se acham Sol
Desse filme eu não agüento reprise, não
E a cada novo cenário, a mesma cena
O mesmo público...os mesmos atores. Chega!
Deus! Dai-me o improviso de viver!
A expectativa de um novo capítulo!
Uma história baseada em fatos reais!
Uma salva de palmas aos que escrevem seus roteiros
Contracenam com a verdade
Sabem chegar ao FIM.
Abri mão de representar eu mesma nos filmes estrelados por protagonistas
No universo de hoje, quero ser pequeno satélite para os que se acham Sol
Desse filme eu não agüento reprise, não
E a cada novo cenário, a mesma cena
O mesmo público...os mesmos atores. Chega!
Deus! Dai-me o improviso de viver!
A expectativa de um novo capítulo!
Uma história baseada em fatos reais!
Uma salva de palmas aos que escrevem seus roteiros
Contracenam com a verdade
Sabem chegar ao FIM.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Chegou
O frio que corre a espinha e o sorriso largo de um motivo.Quando tudo parece calmo, calmo demais, é porque uma tempestade está por vir. Acreditem!
E a chuva e o vento foram tantos que tudo foi pelos ares! A menina vive hoje de ponta-cabeça! Pés nas nuvens e cabeça no chão. O sorriso? Esse está pregado no rosto e não há furacão que o tire de lá.
Sabem, tempestades vão e vem, mas aquela jamais há de colocar tudo em seu devido lugar novamente. Trovões de idéias abalam sua cabeça e no coração o aperto de possibilidades – e escolhas.
Seus olhos alcançam as aventuras do mundo, mas seus dedos só querem tocar dez outros dedos infinitamente maiores e seguros que o dela.
Quando tudo parece fora do lugar, bagunçado demais, é porque o que você esperava estava por vir. Acreditem!
terça-feira, 9 de setembro de 2008
À Kelly, que sentiu-se na história de tantos sentidos
(foto: marco antonio nunes) E tocou o telefone, as cortinas voaram e os livros abriram-se em vários novos capítulos esparramados pelo meu chão
Desde aquele dia nada ficou no lugar
Eu não me achava em meio a tantas horas incomuns. Cadê o sino das seis horas? O homem pra recolher todo o meu lixo?
Meus vestidos são meio ultrapassados para tantas novas ocasiões. Por mais que me enfeite, já não preciso ser mais do que realmente sou
Meus vestidos são meio ultrapassados para tantas novas ocasiões. Por mais que me enfeite, já não preciso ser mais do que realmente sou
A espera foi tão doce, que hoje amanheço em minha cama desarrumada pela saudade
E nada faz tanto sentindo como tudo - de nós.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Entre o céu e a terra

Ah, vou virar mar
Com toda a sua profundidade e perigos
Abrigando ilhas de incertezas, pequeninos grãos de areia de esperança
Amores em ondas bravias, que chegam à praia
E morrem
Levar até o infinito, ali onde tudo se conecta, os continentes, as embarcações cheias de saudade
Todas as oferendas de desejos
De vontade
Com toda a sua profundidade e perigos
Abrigando ilhas de incertezas, pequeninos grãos de areia de esperança
Amores em ondas bravias, que chegam à praia
E morrem
Levar até o infinito, ali onde tudo se conecta, os continentes, as embarcações cheias de saudade
Todas as oferendas de desejos
De vontade
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Todo dia

Sabe a sensação de que os ponteiros do relógio criaram asas turbinadas e saíram rasgando os meses por aí?
Ah, as pendências e suas urgências...
Elas berram em meus ouvidos todos os dias às 7 da manhã: UM BREVE DIA PRA VOCÊ!
Lembra daquele par que você sonhava calçar?
Lembra daquele par que você sonhava calçar?
Pois é, virou tão singular...
E eu continuo acenando da proa
gritando ao salva-vidas: Não sou à toa!
Sabe a sensação de que os ponteiros do relógio rodopiaram feito tufões e saíram destruindo todos por aí?
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