terça-feira, 9 de setembro de 2008

À Kelly, que sentiu-se na história de tantos sentidos

(foto: marco antonio nunes)
E tocou o telefone, as cortinas voaram e os livros abriram-se em vários novos capítulos esparramados pelo meu chão

Desde aquele dia nada ficou no lugar

Eu não me achava em meio a tantas horas incomuns. Cadê o sino das seis horas? O homem pra recolher todo o meu lixo?
Meus vestidos são meio ultrapassados para tantas novas ocasiões. Por mais que me enfeite, já não preciso ser mais do que realmente sou

A espera foi tão doce, que hoje amanheço em minha cama desarrumada pela saudade
E nada faz tanto sentindo como tudo - de nós.

2 comentários:

Unknown disse...

o vento, quando venta forte ninguém segura.
tira tudo do lugar,
bagunça toda a realidade.

o vento, q levou o meu sorriso
e deixou apenas...
...saudade

Marina Pavelosk Migliacci disse...

a espera, qd doce, traz uma chegada eufórica...feliz.
e a saudade desarruma para arrumar tudo no final.

a falta de sentido é o sentido de tanto q a gente sente lá dentro.

e o medo só faz ver o valor de tanto q se pode perder.

tô meio boba...hehehe
lindo, mana!
beijos e desculpa a demora para comentar!!!