(foto: marco antonio nunes) E tocou o telefone, as cortinas voaram e os livros abriram-se em vários novos capítulos esparramados pelo meu chão
Desde aquele dia nada ficou no lugar
Eu não me achava em meio a tantas horas incomuns. Cadê o sino das seis horas? O homem pra recolher todo o meu lixo?
Meus vestidos são meio ultrapassados para tantas novas ocasiões. Por mais que me enfeite, já não preciso ser mais do que realmente sou
Meus vestidos são meio ultrapassados para tantas novas ocasiões. Por mais que me enfeite, já não preciso ser mais do que realmente sou
A espera foi tão doce, que hoje amanheço em minha cama desarrumada pela saudade
E nada faz tanto sentindo como tudo - de nós.
2 comentários:
o vento, quando venta forte ninguém segura.
tira tudo do lugar,
bagunça toda a realidade.
o vento, q levou o meu sorriso
e deixou apenas...
...saudade
a espera, qd doce, traz uma chegada eufórica...feliz.
e a saudade desarruma para arrumar tudo no final.
a falta de sentido é o sentido de tanto q a gente sente lá dentro.
e o medo só faz ver o valor de tanto q se pode perder.
tô meio boba...hehehe
lindo, mana!
beijos e desculpa a demora para comentar!!!
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