
Até aquele dia, fazia um vazio na menina. Aquele lugar era tão repleto de silêncio, que mal escutavam-se os pensamentos... ...Se perdiam na cabeça as frases mal-colocadas e as intenções mal-resolvidas.
Naquele dia, preenchiam-se sonhos na menina. Cada cheiro e novo timbre que ele deixava era uma batida que ecoava em cada pedacinho do seu ser. Já não cabiam mais tantas cores em sua alva pele.
Um acorde baixinho, um par de sandálias no tapete, um chapéu fora de contexto! Ela sabia que seu vazio seria preenchido pelo provisório e, por isso, costurava recortes de lembranças nas paredes de seu coração.
A menina se despedia enquanto corriam as horas. E, assim, foi-se o tempo diadesses...
Naquele dia, preenchiam-se sonhos na menina. Cada cheiro e novo timbre que ele deixava era uma batida que ecoava em cada pedacinho do seu ser. Já não cabiam mais tantas cores em sua alva pele.
Um acorde baixinho, um par de sandálias no tapete, um chapéu fora de contexto! Ela sabia que seu vazio seria preenchido pelo provisório e, por isso, costurava recortes de lembranças nas paredes de seu coração.
A menina se despedia enquanto corriam as horas. E, assim, foi-se o tempo diadesses...
Um comentário:
aaaaaaaaahhhh....
o tempo passa diadesses poeticamente.
filha...pode sair do armário, por favor! deixa eu adicionar o seu blog no departamento Loosho do clube??? deixa deixa deixa??
adorei, filha.
Postar um comentário