sábado, 14 de junho de 2008

Com os pés no chão conto até o infinito


Meus pés fincados na razão e os dedos tocando as estrelas
que são cadentes e me levam a mil pedidos secretos

No tempo de um segundo
no corre-corre da vida
um dia alguém parou para amarrar o meu cadarço
arrumou o botão da minha blusa, tirou todo o meu cansaço
notou minha primeira ruga no canto do olho
me deu um beijo com ternura...
...e nesse tempo já havia se passado todos os segundos de um ano...

Ao amarrar o meu cadarço
desamarrou os nós de minha cabeça, que nem fita de presente
E no mais é sol...e só.

Um comentário:

Marina Pavelosk Migliacci disse...

minha mana é poetisa...poetosa, poetassa(ou com ç...algo assim).
lindo