
E eu chegava bem-acompanhada de mim mesma
Na festa, personagens que me abraçavam com saudade e eu nem os reconhecia
Histórias com sorrisos, com cheiro do que fui
E eu rodava no salão, trocava todos os refrões tão afinados pelo coro
Dos contentes, tentava arrancar um brilho de olhar
Que me desse uma lágrima pra lembrar do que chorar
Vazia de tudo, peço uma valsa pra terminar a noite
E eu me despeço com um aceno
Cena por cena, me pegava pela mão e me enchia de histórias de mim mesma
Apagavam-se as luzes
4 comentários:
acho q entendi esse sentimento. era exatamente isso q eu vinha sentindo nas nossas boites surtadas. é meio angustiante esse estar sozinha.
entendi direitinho?
lindo, filha.
beijos
onde está boites, leia noites :D
Eu gosto profundamente de suas palavras! As leio em seu coração! Bjs
OOO, mana!
Muito lindo esse texto... A solidao no meio de todo mundo... Tambem me sinto assim aqui, com a diferenca de que nao conheco ninguem.
Beijomeligafoitudo
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